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Escobar havia sido denunciado pelo Ministério Público por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e por recurso que impossibilitou a defesa da vítima. No entanto, os jurados afastaram a qualificadora de motivo fútil. A morte teria sido motivada pela negativa de Oliveira em pagar por uma televisão que havia sido vendida por Escobar.
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Conforme o delegado André Diefenbach à época do crime, o suspeito teria confessado o crime e apresentado essa versão. Porém, no decorrer do processo, o réu negou ter dado esse depoimento e negou ter sido o autor dos disparos que acertaram a cabeça da vítima.
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O crime aconteceu em frente à casa Oliveira, na Rua H, Vila Lídia, no bairro Noal, região centro-oeste de Santa Maria. Os tiros teriam sido disparados quando Oliveira saia de casa para buscar a sua mulher. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), onde morreu quatro dias depois.
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O defensor público Juliano Ruschel, que fez a defesa de Escobar, diz que ainda estuda se irá recorrer da decisão.
Estou analisando quanto ao mérito e também o tamanho da pena para, depois, tomar providências explica.
Como já cumpriu pouco mais de um ano e dois meses de prisão, esse tempo é descontado da pena final."